Sobre nós

Três empresários que decidiram fazer contabilidade de outra maneira.

Sabemos o que é estar do outro lado — à espera de uma resposta que não chega, a assinar documentos que ninguém explicou, a fazer à mão o que uma máquina devia fazer sozinha. A CODIGO100ERROS nasceu disso.

Equipa a trabalhar em torno de uma mesa longa, vista de cima
Três sócios, uma equipa de contabilidade e equipas jurídica e informática connosco.

01 — O que nos trouxe aqui

Fomos clientes antes de sermos gabinete

Somos três amigos e sócios, todos com experiência de gerir empresas. Cada um de nós já foi cliente de gabinetes de contabilidade — e foi dessa experiência, mais do que de qualquer estudo de mercado, que veio a ideia: havia espaço para um serviço que acompanhasse de perto em vez de aparecer no fim do mês, e que usasse tecnologia a sério em vez de a mencionar em folhetos.

O nome é uma piada com o ofício. Em contabilidade o erro não é questão de estilo — ou as contas fecham, ou não fecham. O nosso trabalho é que a sua empresa nunca precise de descobrir qual dos cem erros cometeu.

02 — Proximidade

Proximidade não é uma palavra bonita

Cada cliente tem um contabilista certificado responsável, que é sempre a mesma pessoa. Não há centro de atendimento nem número de processo: fala com quem trata das suas contas, e essa pessoa conhece o seu negócio.

Os prazos fiscais não se negoceiam, por isso não trabalhamos em cima da hora. Pedimos os documentos com antecedência, avisamos quando falta alguma coisa e registamos no portal o estado de cada obrigação — para que possa confirmar sozinho, a qualquer hora, que está tudo entregue.

Somos nós que vamos ter consigo. Não é cortesia: ver o armazém, a loja ou o sistema que a empresa já usa explica coisas que nenhum balancete explica, e muda a qualidade do aconselhamento que conseguimos dar depois. Um contabilista que nunca pôs os pés no negócio do cliente está a trabalhar às cegas, por muito bons que sejam os mapas que recebe.

O dia a dia é digital: os documentos chegam pelo portal e as questões rápidas resolvem-se por telefone ou videochamada. Ninguém perde uma manhã a entregar papéis. É essa combinação — presença quando importa, eficiência no resto — que nos permite ter clientes em todo o país sem diferença de serviço.

03 — Tecnologia

Tecnologia, e não como argumento de venda

Há uma parte deste ofício que é pura repetição: introduzir faturas, conferir saldos, cruzar mapas, verificar se falta um documento. Nada disso precisa de uma pessoa — precisa de estar bem feito. É aí que usamos inteligência artificial e automatização: no trabalho que ninguém gosta de fazer e que a máquina faz sem se distrair.

A documentação chega-nos digitalizada, pelo portal, e é processada automaticamente. O tempo que isso liberta não desaparece: vai para onde é preciso critério — olhar para os números consigo, antecipar um problema, preparar uma decisão.

O portal que usamos foi desenvolvido por nós, não comprado. É por isso que o conseguimos adaptar ao que cada cliente precisa — e é por isso que também desenvolvemos projetos de automatização para as empresas que nos pedem.

04 — Compromissos

O que pode esperar de nós

  • Resposta a qualquer pedido em 24 horas úteis.
  • Preço mensal fechado, acordado por escrito antes de começarmos.
  • Aviso com antecedência sempre que uma decisão sua tenha impacto fiscal.
  • Linguagem simples — se precisar de um glossário para nos perceber, falhámos.
  • Confidencialidade absoluta sobre tudo o que nos confia.
  • Se houver forma de automatizar algo que lhe rouba tempo, dizemos — mesmo que não seja trabalho para nós.

Princípios

Três coisas de que não abrimos mão

Prazos

Uma entrega fora de prazo custa dinheiro ao cliente e credibilidade a nós. Trabalhamos com margem, não com adrenalina.

Transparência

O estado das suas obrigações está no portal, visível a qualquer hora. Não precisa de acreditar em nós — pode confirmar.

Rigor

Preferimos dizer que não sabemos e ir confirmar a lei do que arriscar uma resposta que lhe saia cara mais tarde.

Vamos falar

Se isto lhe faz sentido, falemos.

Uma conversa curta chega para percebermos se somos o gabinete certo para si — e para lhe dizermos, com honestidade, se não formos.